quarta-feira, 16 de julho de 2014

DE REPENTE, A COPA SE FOI

DE REPENTE, A COPA SE FOI
 
Rogel Samuel
 
Vínhamos, dois velhos, andando pela calçada. E logo eu vi um grupo de jovens, vindo em nossa direção. E vieram. E chegaram, abrindo os braços, nos cumprimentaram, efusivos, mas em inglês. 
 
E logo compreendi: era a COPA, chegando. Ou melhor, eram os meninos da COPA. Educados e alegres. Barulhentos.
 
Depois, eles estavam por toda parte, neste Rio de Janeiro. Pena que esteja nublado, dia escuro e chuvoso.
 
Se brasileiros, trazem a bandeira pátria, como quem diz:
 
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

 
Sim, ostentam as cores e a alegria do Brasil.
 
Mas há outros: falando diversas línguas, asiáticos, latinos, europeus.
 
Todos estão animados pelo espírito da COPA.
 
Mas o mais impressionante foi um menino magrinho, pequenino, que entretanto irradiava uma estranha potência, uma incompreensível força: estava envolto na bandeira do Brasil!
 
Sejam bem-vindo, nas OLIMPÍADAS!
 
Quem venham as eleições, com a vitória de Dilma!
 

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