sexta-feira, 15 de junho de 2012

A CIMEIRA DOS POVOS


"Cimeira dos Povos" começou a preparar ideias para o Rio+2015.06.2012
Fábio Monteiro

A “Cimeira dos Povos” arrancou esta sexta-feira no Rio de Janeiro, com representantes da sociedade civil de cerca de 180 países reunidos para trabalhar num documento que será apresentado no último da Conferência Rio+20, 22 de Junho, com propostas a defender a economia verde.
A cimeira, um fórum de organizações não-governamentais (ONG), entidades sociais e ambientais de cerca de 180 países, pretende que a economia verde seja apresentada como uma alternativa aos padrões actuais da indústria, consideradas insustentáveis. A solução até aqui mais sugerida passa pela criação de tecnologias menos poluentes e pela oferta de produtos ambientalmente correctos. A maioria das ONG, no entanto, não aceita esse conceito, por considerar que se trata de uma forma de “mercantilização” dos recursos naturais.

Entidades portuguesas também estarão presentes na “Cimeira dos Povos”, entre as quais a Câmara de Almada, a única autarquia portuguesa com presença confirmada.

A associação ambientalista Quercus também estará na cimeira. No dia 17 de Junho, vai apresentar no Pavilhão de Portugal o projecto ”Condomínio da Terra”, que procura organizar e gerir o mundo como um “vizinhança global”. Dia 21, exibe o documentário “O Que Nos Une a Todos – A contabilidade da nova economia”, que tem como tema central as relações de consumo e disponibilização de serviços ambientais que se realizam entre as várias regiões de Portugal.

Boaventura Sousa Santos será o único orador português nos “diálogos do Rio” e a sua intervenção ocorre dia 16.

A ONG Tamera, com morada no Alentejo, vai também estar no Rio de Janeiro, onde pretende apresentar o Centro de Pesquisas para a Paz Tamera em Portugal, sendo acompanhada por João Labrincha, um dos elementos portugueses do Movimento 12 de Março que desencadeou as revoltas sociais na Europa há mais de ano.

Para lidar com a prevista variedade de posições, a “Cimeira dos Povos” organizou-se em espaços para apresentação de ideias e discussões, seguidos de “plenários de convergência” para delimitação dos temas finais a apresentar no Rio+20.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

VORAGEM

Voragem

JORGE TUFIC



Rostos que nunca vi, jacintos murchos
cujas sonatas frias me tocaram,
estes rostos não quero: eles são breves
no desfile das pálpebras cerradas.
Penso naqueles outros, familiares
rostos de toda a vida. Cataventos
da rua ainda sem nome, alagadiço
porão da infância, arpejos e trigais,
dai-me a ver novamente ou mesmo em sonho,
estes semblantes nunca repetidos,
graves alguns, mas todos inseridos
na memória dos dias voluntários.
Cemitério, talvez, dessas lembranças,
todas, em mim, são rosas e crianças.

O ENTUSIASMO

Desenvolve em ti o entusiasmo, a certeza, como o marinheiro mantém o rumo sobre um mar revolto, sem perder a esperança da meta, e o destino.DUGPA RINPOCHÊ

TAO


TAO TE CHING - Lao Tse - O Livro do Caminho - Tradução de Wu Jyn Cherng

O Caminho é eterno e não tem nome
É genuíno e, embora pequeno,
O mundo não tem coragem de dominá-lo
Se reis e príncipes pudessem preservá-lo
Os dez mil seres iriam por si próprios obedecer
Quando o céu e a terra unem-se
Para escorrer o doce orvalho
O povo não pode interferir nisso, que por si é uniforme
O princípio domina a existência e o nome
Então o nome passa a existir
E irá também saber cessar
Sabendo cessar não perecerá
A relação do mundo com o Caminho
É como a dos riachos e vales
Com os rios e mares

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A NOITE SOBRE A NOITE

A NOITE SOBRE A NOITE


Rogel Samuel

        Toda vez que se lê o poema se tem dele outro sentido, diferente lógica.
O texto se abre para todos os lados dos pontos cardeais, e tudo, cada leitor pode ler-se ali, ver-se ali, ir por ali para um ponto desconhecido.
É o poema 'Pedra e água', de Murillo Mendes:

Esta mulher sem fim e a noite sobre a noite
E esta fome de ti, meu Deus  talvez de mim.
Quem sabe eu já morri, meu esqueleto eterno
Em pé nos séculos e nas ondas me reveste.
 
O mar, a escuridão, esta fome de amor,
Esta noite sem fim e o X de Deus
Que em nós todos vive, morre e renasce
Espuma do mar eternamente e a pedra
       
Ora, o que é esta 'mulher sem fim'?
        Será a mulher sempre e infinitamente amada? Ou a mãe natureza eternamente produtiva e úbere de vida renovável, abundante, cascatarante e oceânica, que em ondas se inunda no infinito universo de seus múltiplos seres coloridos de flores frutos sabores novos e eternamente renascidos, renovados sempre porque sempre morrendo, multiplicando-se no tempo e na atemporalidade, no espaço largo e no espaço tão amplo quanto o sem-fim do começo das estrelas,  na escuridão luminosa do Universo?
Ou é a mulher básica e buscada, retratada na memória, a mulher futura ou possível, a que vive dentro de nós mesmos como o Outro Obscuro e Insaciável, aquela que não existe no mundo externo, porque no externo não está mais do que no aquém do objeto, do lado de cá, no amante e não no amado?
Que mulher é essa que é sem fim, e portanto sem começo, que tudo o que termina começou um dia, e se não tem término não nasceu, é a não-nascida, a que não é ainda porque não está lá, nem ainda virá, se virá, a ser, a aparecer, a crescer.
        Oh amada infinita, quem és? Onde estás? Em que céu ou em que terra tu te encontras? Por quem és, responde, acontece, mostra-me o mapa e o rosto da rota a via de acesso para a tua realidade, infinita amada?
        Esta mulher sem fim não será aquela de uma única noite, mas a que sobreviverá a todas as noites, nas noites insaciadas sobre outras noites, aquelas que se sobrepõem, sem o espaço intermediário de um dia, aquela escuridão noturna que nunca amanhece, que nem termina, nem se esgota senão em si mesmo e se renova e se refaz e não se retira nunca?
Ela é a musa, o motivo do poeta, o amor em pessoa, a onda do mar, a fonte do ser, a oriunda matriz, o ventre da fecundidade, o abrigo da maternidade nunca perdida, o leito da vida e da morte, o refrigério do cansaço e da proteção, a criadora e a mãe que socorre.
        'Essa mulher sem fim, e a noite sobre a noite'- só, em si, é uma incógnita esclarecedora de todas as nossas vicissitudes e vivências, de todas as nossas lástimas e alegrias, das sexuais às espirituais porque também são gozosas.
        Oh, Amada imortal! Oh, Pátria de meu espírito e de minha inspiração!
        Por isso me calo.
        Por isso fico apenas no primeiro verso.
        Porque mesmo me esgoto no primeiro verso.
        Porque daqui não passo, daqui não posso.
        Sim, essa mulher é a fome de Deus, a fome de amor, a fome, o amor. Morrer é mergulhar no fundo do seu ser e no mar de sua absorção, na escuridão de sua benfazeja fosforescência e nas profundezas de suas instabilidades, nas suas carícias e idas, superfícies e sedas, nas redes, máscaras e laços dos seus cabelos e tranças, seus sonhos e necessidades.
        Somos todos descendentes dessa mulher sem fim, dessa maternidade original e nunca esquecida, dessa raiz funda no coração de nossa matéria e de nossa sensibilidade, de nome familiar em solidão,
        Caminhamos a passos largos nesses rumos, navegamos nas vagas desse mar e nas vagas  desse trafegar oceânico pelos descaminhos de nossas aspirações e esquecimentos.
        Essa mãe é a família e a natural beleza da nossa moldura e mito, pátria e lar.
        Oh, espuma do mar eternamente e a pedra.





SIRON FRANCO

TAO

(foto: Monte Kailash, Tibet)


TAO TE CHING - Lao Tse - O Livro do Caminho - Tradução de Wu Jyn Cherng

As boas armas
São recipientes de desventura
Os seres as detestam
Por isso
Os que guardam o Caminho não as compartilham
O Homem Superior, na residência, honra o esquerdo
Na utilização da arma honra o direito
A arma é o recipiente da desventura
Não é o recipiente do Homem Superior
Seu uso é apenas para o inevitável
O superior é como uma chama serena
Por isso, não se maravilha
Ao maravilhar-se certamente teria prazer
Tal prazer mata o homem
Aquele que tem prazer em matar
Não pode triunfar sob o céu
Por isso
Assuntos venturosos valorizam o esquerdo
Assuntos funestos valorizam o direito
Sendo assim
O general-auxiliar encontra-se à esquerda
O general-superior encontra-se à direita
Suas palavras são tratadas como rito fúnebre
Matam muitas pessoas
Por estas, chora-se de tristeza
A guerra vencida é tratada como rito fúnebre
 No simbolismo do I Ching, a direção norte está nas costas do homem enquanto a direção sul está na
frente. Sendo assim, a direção à esquerda é leste, corresponde à aurora, o lado da vida. A direção à direita
é oeste, corresponde ao acaso, o lado da morte.

terça-feira, 12 de junho de 2012

MORRE MATHIEU

Na década de 60 ele esteve no Rio, onde, no MAM, pintou ao vivo um grande painel. Não sei se ainda existe, pois o MAM incendiou alguns anos depois (Rogel Samuel)

Morre o pintor francês Georges Mathieu

Considerado o pai da abstração lírica, chegou a ocupar o papel de artista oficial de seu país nas décadas de 1960 e 1970

AFP |


AFP
o francês Georges Mathieu

O pintor francês Georges Mathieu, pai da abstração lírica e precursor do "happening", morreu no domingo (dia 10), aos 91 anos, em um hospital de Paris. A informação foi divulgada pela própria família.
Georges Victor Mathieu d'Escaudoeuvres, conhecido apenas como Georges Mathieu, foi um dos pintores franceses mais famosos do mundo nas décadas de 1960 e 1970. Chegou a ocupar na França o papel de artista oficial.

Nascido em 1921 em Boulogne-sur-mer (Pas-de-Calais), Mathieu foi o primeiro artista francês a reagir violentamente contra a abstração geométrica.
Precursor dos "happenings", a partir de 1947 organizou uma série de manifestações a favor da arte liberada de todas as condicionantes do classicismo. Batizou esta tendência de "abstração lítica", privilegiando em sua pintura o traço, o movimento e a emoção.

SOMOS PARTES DE UM TODO



SOMOS PARTES DE UM TODO

Rogel Samuel

«Somos membros uns dos outros», dizia São Paulo aos cristãos de Efeso.
Isto é citado por Laín Entralgo, num artigo que incluímos recentemente no nosso site.
        Entralgo, pensador da direita espanhola, discípulo de Ortega, sempre exerceu sobre mim sobrenatural fascínio.
        Define ele a capacidade do homem de considerar-se pessoa por dois conceitos: o próprio e o alheio.
Na esfera do próprio, estabelece Laín duas diferentes esferas: o 'meu' (que define a própria estrutura do eu), e o 'em mim' (que posteriormente ele estuda na patologia).
Como a pessoa é capaz de relacionar-se com a outra? como considerar o outro como outro eu? como analisar o encontro, como estabelecer relações de amizade? 
Para ele, a realidade consiste em ser 'de si' e em 'dar de si''.
A realidade se faz presente e cognoscível na impressão de realidade que a coisa oferece ao sujeito que a percebe.
O principal livro de Entralgo, raríssimo entre nós, se chama 'Teoria e realidade do outro', que só consegui ler na Biblioteca Nacional, mas agora tenho.
Nesse, ele percorre com maestria toda a filosofia ocidental desde os pré-socráticos em busca da teoria da consciência do outro, do outro como outro eu, onde a consciência de si é a consciência do outro.
Assim era em Hegel, quando o eu suprassumia a si no outro a que se opunha numa negação: eu não sou o outro.
Lain também era médico, e escreveu tratados de medicina.
Faleceu no ano passado, com cerca de 90 anos.
        Essas considerações vêm antes de ler o CANTO 1, 26 de Jorge de Lima, em INVENÇÃO DE ORFEU:

Qualquer que seja a chuva desses campos
Devemos esperar pelos estios;
E ao chegar os serões e os fiéis enganos
Amar os sonhos que restarem frios.

Porém senão surgir o que sonhamos
E os ninhos imortais forem vazios,
Há de haver pelo menos por ali
Os pássaros que nós idealizamos.

Feliz de quem com cânticos se esconde
E julga tê-los em seus próprios bicos,
E ao bico alheio em cânticos responde.

E vendo em tôrno as mais terríveis cenas,
Possa mirar-se as asas depenadas
E contentar-se com as secretas penas. 

        Alguns poetas tiveram ou revelam alguma dificuldade de relacionar-se com o outro ('os ninhos imortais forem vazios').
'Imortal' - revela o 'felizes para sempre'.
A felicidade presente ('a chuva desses campos') atinge a solidão do futuro ('Devemos esperar pelos estios').
Sua poesia reside nisso.
Entre 'os serões e os fiéis enganos' há uma solidão sempre presente, sempre fiel, uma vocação de 'amar o perdido', o passado: 'Amar os sonhos que restarem frios'.
Os ninhos estarão vazios, e neles só os pássaros os idealizados.
        A estrofe:

Feliz de quem com cânticos se esconde
E julga tê-los em seus próprios bicos,
E ao bico alheio em cânticos responde.

Marca o centro do reconhecimento de si no outro inexistente, no outro distante e impossível.
        Diz esses versos: Eu me escondo nos versos que canto, canto com o fingimento do canto.

        É o contentar-se descontente de si consigo mesmo, e em si.

E vendo em tôrno as mais terríveis cenas,
Possa mirar-se as asas depenadas
E contentar-se com as secretas penas. 

        As asas depenadas não voam, o coração não ama, as cenas ao redor são terríveis, as dores não se expressam e são secretas, os ninhos vazios, os enganos fiéis, mas a poesia de Invenção de Orfeu mantém a sua imortalidade e beleza.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O ADVERSÁRIO

És tu mesmo o teu próprio adversário, a causa repetida dos teus fracassos. Há em ti um mundo obscuro que tu não conheces.

Enfrenta-o com armas de luz.

DUGPA RINPOCHÊ

Peças caem e Fontana di Trevi preocupa

Turistas caminham em frente à famosa Fontana di Trevi, em Roma, em julho de 2003. Várias peças decorativas da famosa Fontana di Trevi caíram durante o fim de semana, gerando preocupações sobre a manutenção de um dos monumentos históricos mais famosos da cidade. Foto de arquivo 11/07/2003 REUTERS/Tony Gentile

Peças caem da Fontana di Trevi e manutenção do monumento preocupa

ROMA, 11 Jun (Reuters) - Várias peças decorativas da famosa Fontana di Trevi, em Roma, caíram durante o fim de semana, gerando preocupações sobre a manutenção de um dos monumentos históricos mais famosos da cidade, que não passa por uma grande restauração há 20 anos.
Algumas folhas de louro esculpidas em pedra despencaram da frisa superior da fonte, que marca o final de uma rede de aquedutos que trazia água potável a Roma na antiguidade.
Umberto Broccoli, superintendente cultural da capital, disse que o dano "não é preocupante", e provavelmente a queda foi causada por infiltração de água decorrente das nevascas ocorridas em fevereiro em Roma.
A polícia isolou a fonte, e restauradores examinaram os danos, recolhendo cerca de cinco outras peças que pareciam ameaçadas de cair.
A base da fonte, que aparece com destaque em filmes como "La Dolce Vita", "A Princesa e o Plebeu" e "A Fonte dos Desejos", seria esvaziada e limpa na segunda-feira, como ocorre semanalmente.
Dino Gasperini, conselheiro municipal de Cultura, pediu verbas para a proteção da fonte, construída em 1762, e disse que seria necessária uma nova restauração completa -- a última ocorreu há 20 anos.
O Partido Verde disse que os monumentos romanos estão em situação crítica, e criou uma campanha para que moradores da cidade enviem por email denúncias sobre bens culturais ameaçados.
"Achamos que o que está acontecendo na Fontana di Trevi, um dos mais reconhecidos monumentos do mundo, é gravíssimo", disse o dirigente partidário Angelo Bonelli.
Turistas que visitavam o local na segunda-feira se mostraram preocupados.
"O patrimônio não deveria ser só um custo, deveria ser também um recurso. Por exemplo, aquele bar deveria pagar algo a mais, já que tem o privilégio de ficar localizado em frente à Fontana di Trevi, que é uma das maiores maravilhas do mundo", disse Daniele Masta.
A fonte fica na confluência de três antigas estradas ("tre vie"), aonde a água chegava após percorrer um aqueduto com cerca de 13 quilômetros. Esse aqueduto abasteceu Roma durante mais de quatro séculos, até ser destruído por invasores visigodos.
A tradição de construir fontes monumentais nas extremidades dos aquedutos foi retomada depois do Renascimento. A atual fonte foi encomendada em 1730 pelo papa Clemente 12, para substituir uma estrutura mais simples. As alegorias mostram Tritões guiando Oceanus, deus de todas as águas, na sua concha-charrete.
Diz a tradição que turistas que atiram uma moeda à fonte têm garantia de voltar a Roma um dia.
(Reportagem adicional de Antonio Denti)

NADAL É O "REI DE ROLAND GARROS"

Nadal bate Djokovic, fatura o hepta e se torna o "Rei de Roland Garros"

O espanhol bateu o rival sérvio, ultrapassou Bjorn Borg em número de títulos em Paris e confirmou a supremacia no templo do saibro

Mauricio Nadal- iG São Paulo |
Rafael Nadal é o novo "Rei de Roland Garros". O espanhol venceu Novak Djokovic por 3 sets a 1, parciais de 6/4, 6/3, 2/6 e 7/5 , conquistou o heptacampeonato em Paris e ultrapassou Bjorn Borg como tenista com mais títulos no torneio francês. Soberano desde a primeira rodada, Nadal bateu seu grande rival do momento e confirmou o favoritismo no templo do saibro mundial.

Getty Images
Emocionado, Nadal comemora sétima conquista de Roland Garros

A partida teve altos e baixos para os dois lados. O espanhol começou melhor, ganhou o primeiro set e tinha a vantagem no segundo. Mas a chuva, personagem constante na final, apareceu pela primeira vez para atrapalhar. No reinício do confronto, Nadal fechou a segunda parcial, mas Djokovic reagiu, faturou o terceiro (primeiro set perdido pelo espanhol na competição) e tinha a vantagem de 2 games a 1 no quarto, quando a chuva novamente interrompeu a partida.
O jogo só foi concluído nesta segunda-feira. Nadal foi melhor e quebrou duas vezes o serviço de Djokovic para vencer o quarto set e se sagrar campeão.

Além do hepta e da marca histórica quebrada, Nadal leva para casa a bagatela de 1,250 milhão de euros, cerca de R$ 3,1 milhão e segue com um retrospecto ‘assombroso’ em Roland Garros. O espanhol chega agora a nada menos do que 52 vitórias e apenas um revés nas quadras de Paris. Robin Soderling foi o algoz do número 2 do mundo nas quartas de final do torneio francês, em 2009. De lá para cá, Nadal só somou vitórias e consolidou a sua hegemonia na capital francesa
Com a vitória neste domingo, Nadal amplia a vantagem no retrospecto contra Djokovic. Agora o espanhol tem 19 vitórias, contra 14 do sérvio, que segue sem conquistas em Roland Garros.

O espanhol também impediu que o sérvio conquistasse a façanha de vencer os quatro Grand Slams seguidos, feito que não ocorre desde 1969, quando o australiano Rod Laver chegou à marca inédita.
Rafael Nadal morde o troféu de Roland Garros pela sétima vez. Foto: APRafael Nadal comemora título com os torcedores em Paris. Foto: APPublicidadeNadal recebe o abraço do compatriota Pau Gasol, jogador de basquete do Los Angeles Lakers. Foto: APRafael Nadal conquista Roland Garros. Foto: APEmocionado, Nadal comemora sétima conquista de Roland Garros. Foto: Getty ImagesNadal e Djokovic posam para foto antes do recomeço da decisão. Foto: ReutersNadal se protege da chuva durante a final de Roland Garros. Foto: ReutersPingo de suor cai do rosto de Nadal no duelo contra Ferrer, nas semifinais. Foto: APApós as quartas de final em Roland Garros, Nadal retira a munhequeira e exibe esparadrapos nos dedos. Foto: Getty ImagesApós tombo, Rafael Nadal se levanta e vence o ponto contra Ferrer. Foto: APMesmo caído, Nadal devolve a bola, se levanta e ganha o ponto de Ferrer nas semis. Foto: EFEA bela Maria Francesca Perello presenciou mais uma vitória de seu namorado, o espanhol Rafael Nadal. Foto: Getty ImagesNadal vibra após vitória contra Nicólas Almagro nas quartas. Foto: APE na segunda-feira, torcedora sofreu ao acompanhar a partida de Rafael Nadal. Nem precisava porque o espanhol atropelou o argentino Juan Monaco nas oitavas de final. Foto: APNos pés de Nadal, o número 6, referência a quantidade de títulos que o espanhol já conquistou no saibro francês. Depois desse domingo, o número deverá ser 7. Foto: Getty ImagesNadal sempre troca de camisa após as partidas e leva o público feminino ao delírio. Foto: AP

domingo, 10 de junho de 2012

INFORMAÇÕES


LEIA A NOSSA COLUNA DE
http://www.blocosonline.com.br/home/index.php
SOBRE O CABARÉ ANTIGO E FAMOSO, O "SHANGRILÁ".
TEMOS UNS POUCOS EXEMPLARES DO LIVRO "FIOS DE LUZ" PARA DIVULGAÇÃO, OS INTERESSADOS DEVEM ENVIAR-NOS O ENDEREÇO.
OUTRAS NOVIDADES EM:
http://literaturarogelsamuel.blogspot.com.br/
Pedimos desculpa se esta informação não for de seu interesse.
ROGEL SAMUEL é poeta, escritor, webjornalista e colunista de ENTRE-TEXTOS e Blocos On Line.
LEIA NOSSA CRÔNICA DIÁRIA EM:
http://literaturarogelsamuel.blogspot.com/
Leia o romance "O AMANTE DAS AMAZONAS" de Rogel Samuel ON LINE.



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PULOU DO 2º ANDAR

Garoto de 13 anos pula do 2º andar de prédio para escapar de surra da mãe

Menino sofreu apenas escoriações leves. Mãe foi levada para a delegacia

iG Rio de Janeiro |
Um menino de 13 anos pulou da janela do segundo andar de um prédio para não apanhar mais da mãe. O fato ocorreu na madrugada deste domingo (10) no bairro do Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro.
O garoto sofreu apenas escoriações leves. A PM foi acionada e levou a mãe da criança para a delegacia de São Cristóvão (17ª DP). Ela foi autuada pelo crime de lesão corporal.

OBAMA

sábado, 9 de junho de 2012

NADAL

Hamlet (1964) - Grigori Kozintsev

ASSISTA TODO NO NOSSO ARQUIVO PRECIOSO

Theatro Municipal

O OBSTÁCULO


A agressão não consegue nada. Cega o espírito e despedaça-o contra o obstáculo. Segue o exemplo do pássaro. Desprende-te do solo pela meditação. Somente a serenidade e a elevação permitem transpor a mais alta montanha.

DUGPA RINPOCHÊ

ARRASTADAS PELO AMOR


Albert-Anatole-Martin-Ernest Lambron (nace en 1836)



Alfred Plauzeau

(1875-1918)