quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Rogel Samuel: O silêncio
O silêncio
O silêncio. Os únicos sons vêm das árvores. Raros. A paz. O sol entra pela janela com o vento das montanhas. Uma fresca brisa e as diversas tonalidades do verde. Telhados venerandos, árvores cansadas de sua beleza. Sopro da morte, da morte histórica. As colinas se sustentam no ar. Tudo em festa de luzes.
Estou aqui. Amanheço em Tiradentes.
O silêncio. Os únicos sons vêm das árvores. Raros. A paz. O sol entra pela janela com o vento das montanhas. Uma fresca brisa e as diversas tonalidades do verde. Telhados venerandos, árvores cansadas de sua beleza. Sopro da morte, da morte histórica. As colinas se sustentam no ar. Tudo em festa de luzes.
Estou aqui. Amanheço em Tiradentes.
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