sábado, 30 de abril de 2011

MARX - PARA O DIA DO TRABALHO


Partimos dos pressupostos da Economia Política. Aceitamos sua terminologia e suas leis. Aceitamos como premissas a propriedade privada, a
separação do trabalho, capital e terra, assim como também de salários, lucro e arrendamento, a divisão do trabalho, a competição, o conceito de valor de troca,
etc. Com a própria economia política, usando suas próprias palavras, demonstramos que o trabalhador afunda até um nível de mercadoria, e uma mercadoria das mais deploráveis; que a miséria do trabalhador aumenta com o poder e o volume de sua produção; que o resultado forçoso da competição é o acumulo de capital em poucas mãos, e assim uma restauração do monopólio da forma mais terrível; e, por fim, que a distinção entre capitalista e proprietário de terras, e entre trabalhador agrícola e operário, tem de desaparecer, dividindo-se o conjunto da sociedade em duas classes de possuidores de propriedades e trabalhadores sem propriedades.
FONTE:

LIVROS ONLINE

EUCLIDES DA CUNHA - SOBRE A AMAZONIA





A impressão dominante que tive, e talvez correspondente a uma
verdade positiva, é esta: o homem, ali, é ainda um intruso
impertinente. Chegou sem ser esperado nem querido - quando a
natureza ainda estava arrumando o seu mais vasto e luxuoso salão. E
encontrou uma opulenta desordem... Os mesmos rios ainda não se
firmaram nos leitos; parecem tatear uma situação de equilíbrio
derivando, divagantes, em meandros instáveis, contorcidos sem
“sacados”, cujos istmos a reveses se rompem e se soldam numa
desesperadora formação de ilhas e de lagos de seis meses, e até
criando formas topográficas novas em que estes dois aspectos se
confundem; ou expandindo-se em “furos” que se anastomosam,
reticulados e de todo incaracterísticos, sem que se saiba se tudo
aquilo é bem uma bacia fluvial ou um mar profusamente retalhado de
estreitos.
FONTE:

LIVROS ONLINE

O QUE ESTÁ ERRADO?

As Amazonas






As Amazonas



Olavo Bilac



Nem sempre durareis, eras sombrias
De miséria moral! A aurora esperas,
Ó Pátria! e ela virá, com outras eras,
Outro sol, outra crença em outros dias!

Davi renascerá contra Golias,
Alcides contra os pântanos e as feras:
Os corações serão como crateras,
E hão de em lavas mudar-se as cinzas frias.

As nobres ambições, força e bondade,
Justiça e paz virão sobre estas zonas,
Da confusa fusão da ardente escória.

E, na sua divina majestade,
Virgens, reviverão as Amazonas
Na cavalgada esplêndida da glória!

FLORES


OSCAR ARARIPE

Com crise na oposição, Lula vê PT na Prefeitura de SP


..Sem mandato, mas no papel de articulador, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou a Brasília com um “grito de guerra” para o PT. Em conversas com a presidente Dilma Rousseff e líderes da legenda, Lula avaliou que a crise na oposição, com DEM e PSDB sob ataque especulativo do PSD, abriu uma janela de oportunidade para o PT e os aliados conquistarem a Prefeitura de São Paulo em 2012 com relativa “tranquilidade”.

Para dar certo, ressaltou Lula nas conversas dos últimos dias, será necessário escolher um candidato que tenha trânsito entre os principais partidos da base aliada. A condição poderia afastar do radar alguns pretendentes com arestas locais e alto índice de rejeição nas pesquisas, como a senadora Marta Suplicy.


Lula reforçou mais uma vez que está disposto a entrar fortemente na campanha à Prefeitura - principalmente se o PSDB lançar o ex-governador José Serra. Por enquanto, o PT trabalha com quatro nomes para a sucessão do prefeito Gilberto Kassab: Marta Suplicy, que agora se fortalece com a eleição de Rui Falcão para a presidência do PT, e os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), Fernando Haddad (Educação) e José Eduardo Cardozo (Justiça).


Em fase de articulador, Lula jantou com a presidente Dilma Rousseff na quinta-feira, no Palácio da Alvorada. Participaram do encontro o ex-ministro Luiz Dulci e os atuais ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Antonio Palocci (Casa Civil) e Guido Mantega (Fazenda).


Na reunião, o ex-presidente disse que o partido, além de vencer na capital paulista em 2012, conquistará a próxima eleição presidencial, principalmente porque, segundo ele, os planos de Dilma Rousseff para erradicar a miséria logo começarão a ser postos em prática. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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FOTOS OFICIAIS



AS MELHORES CASAS À VENDAS NA INGLATERRA




Príncipe William e esposa pedem privacidade na lua de mel



O casal saiu de helicóptero do palácio na manhã deste sábado
Um porta-voz do príncipe William e sua esposa Kate Middleton, a duquesa de Cambridge, pediu que a imprensa respeite a privacidade do casal em sua lua de mel.

Os recém-casados deixaram o Palácio de Buckingham na manhã deste sábado de helicóptero. Eles passarão o fim de semana na Grã-Bretanha e depois viajarão para o exterior em lua de mel, mas nenhum detalhe sobre as viagens foi divulgado.

O pedido de privacidade do casal foi feito após as celebrações do casamento real, que terminaram com uma festa de gala no Palácio de Buckingham, com direito a jantar e pista de dança.

Na manhã de sexta-feira, a cerimônia religiosa na Abadia de Westminster foi assistida por centenas de milhões de pessoas pela televisão ou pela internet ao redor do mundo e atraiu quase um milhão de pessoas às ruas de Londres.

Comemoração


Após a recepção da tarde para 650 convidados oferecida pela rainha, a noiva reapareceu à noite com um vestido longo de cetim branco, também desenhado por Sarah Burton, da grife Alexander McQueen, e um bolero branco de angorá.

Durante o evento para 300 convidados, estavam previstos discursos do padrinho, príncipe Harry, e do pai da noiva, Michael Middleton.

Os últimos convidados teriam deixado o palácio às 3 da manhã de sábado.

'Equilíbrio'


A duquesa de Cambridge usou longo de Sarah Burton para a festa de gala
O porta-voz de Clarence House, a residência oficial dos príncipes em Londres, Paddy Harverson disse à BBC acreditar que William e Kate podem voltar a ter uma vida relativamente privada em Anglesey, no País de Gales, apesar de todo o espetáculo público do casamento.

"O mais importante é que ele não é o primeiro na linha de sucessão ao trono, mas o segundo, e ele não é um integrante da realeza em tempo integral, ele é um piloto com um emprego normal na equipe de resgate da força aérea", disse ele.

"Ele estará fazendo isso (seu trabalho) a maior parte do tempo e ela, como sua esposa, estará com ele, então neste sentido a casa deles, o lugar natural para eles estarem é o País de Gales. E eu acho que as pessoas vão entender isso."

sexta-feira, 29 de abril de 2011

CHAPEUS

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Kate e William cortaram bolo de oito andares


por DN.ptHoje


Além dos oito andares, o bolo tinha 900 flores de açucar e demorou cinco semanas a fazer.

O banquete no Palácio de Buckingham teve como um dos pontos altos o momento em que Kate e William cortaram o bolo durante a cerimónia para 600 convidados

O bolo de oito andares foi confeccionado pela inglesa Fiona Cairns, famosa pelos seus doces exclusivos e que em Fevereiro recebeu a encomenda do casal. Além dos oito andares, o bolo tinha 900 flores de açucar.

A confecção deste doce durou cerca de cinco semanas. A cozinheira fez um bolo de frutas secas decorado com flores que simbolizavam a rosa de Inglaterra, a flor do cardo da Escócia, o narciso de Gales e o trevo de quatro folhas da Irlanda.

"Custou a acreditar que conseguiríamos terminar o bolo a tempo, mas estamos muito felizes. A parte mais difícil foi transportar os bolos de Leicestershire para o palácio. Estávamos preocupados que pudessem ficar danificados. Foi um trabalho duro, mas gostei", referiu Fiona Cairns.

OBAMA NÃO FOI CONVIDADO


Príncipe William não pensa subir ao trono antes do pai



"Não passa pela cabeça do príncipe William que o príncipe Carlos não seja o próximo rei de Inglaterra."


O príncipe William
Reuters
Depois de ser tornado publico um estudo que divulga que os ingleses prefeririam ver o príncipe William, de 28 anos, a suceder à rainha Isabel II, de 84, em vez do príncipe Carlos de Inglaterra, de 62, fonte próxima do jovem vêm avançar que William não tem intenções de subir ao trono antes do pai.

Índios atacam ônibus a flechada, na Zona Oeste de Manaus


Coletivo da linha 216 seguia com aproximadamente 40 passageiros, em direção ao Centro, quando um grupo de indígenas desferiu uma flecha contra o ônibus

Síntia Maciel


Indígenas querem paradas na frente do bairro Nações Inígenas no Tarumã (Luíz Vasconcelos)

Passageiros que se encontravam dentro da linha 216 – Campos Sales -, viveram momentos de pânico na manhã desta quinta-feira (28), quando um grupo de indígenas acampados em uma área verde, do loteamento Paraíso Tropical, no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus, desferiram uma flecha em direção ao coletivo, que trafegava nas proximidades da entrada da comunidade Parque Riachuelo.

O ônibus seguia com aproximadamente 40 passageiros para o Centro da cidade.

“O motorista não parou e todos nós ficamos com medo que pudesse acontecer algo pior, como depredação do veículo e agressão contra o motorista, cobradora e até mesmo contra nós passageiros”, declara a costureira Andréia Pessoa, 35, que estava dentro do ônibus.

Segundo ela, os indígenas - que há pouco mais de três semanas ocuparam uma área do local -, estavam tentando entrar de graça no coletivo.

Além da linha 126, outras duas, 059 (Cidade Nova) e 813 (Executivo), que também circulam nas proximidades da área ocupada pelos indígenas, também corem o risco de serem atacadas.

O motorista da linha 126, seguiu para registrar o caso no 8º Distrito Integrado de Polícia (8º DIP), no bairro da Compensa.

Acordo
A reação dos indígena, de acordo com Paulo José Ribeiro Apurinã, se deu em virtude do não cumprimento de um trato firmado ontem (28), entre os ocupantes do loteamento Paraíso Tropical e o coordenador da linha 059, Miguel Gazineu, de que os coletivos parariam em frente a ocuapaçã, que não dispõem de nenhum ponto de ônibus nas proximidades.

Entretanto, a informação não teria sido repassada aos motoristas, que segundo Apurinã além de não parerem estariam jogando so veículos contra eles, o que resultou no ataque desta manhã.

Aliança de Kate Middleton fabricada a partir de ouro galês raro


Casamento real

William desposou Kate com uma aliança feita de um ouro raro do País de Gales, que lhe foi oferecido pela avó, a Rainha Isabel II, pouco depois de o seu noivado ter sido anunciado, em Novembro. Esta é uma tradição da família real britânica desde 1923.

A nobreza Picard olha de longe o casamento real


Fotos:
Henri Blanchard, Earl Rambures fora do seu castelo, a sul de Abbeville. Este último recebeu mais de 32.000 vistors em 2010.

Publicidade Hoje o mundo tem os olhos cravados no casamento do príncipe William e Kate Middleton. A oportunidade de aprender mais sobre a nobreza da Picardia.

Hoje, eles são, talvez, muitos não na frente de sua televisão. Para os nobres da Picardia, príncipe de casamento com um plebeu da Inglaterra não tem nenhum dos acontecimentos do século. "Sinceramente, eu nem quente nem frio ", disse Gilles de Poncins marido de uma descendante du maréchal Leclerc de Hauteclocque, héros picard de la Seconde Guerre mondiale. «Mais je note que beaucoup de Français s'intéressent à ce mariage. Esse é seu lado ambivalente. Eles adoram os reis, mas também as dos outros. "

Esse distanciamento aparente representa, talvez, a peculiaridade de uma nobreza da Picardia destacada do mundanismo e mais enraizada na terra e as realidades do mundo contemporâneo. Porque ninguém sabe, finalmente, que pouco desse ambiente social, a priori fechado. No Somme, a destruição generalizada de castelos levou à dispersão das famílias. Em Oise, onde encontramos a mais numerosa e mais finas fazendas, a nobreza sempre foi mais acentos parisiense, que Picard. No entanto, sabemos muito mais sobre o prêmio, graças ao extraordinário trabalho do historiador Jean-Marie Wiscart Amiens, autor de uma tese sobre a nobreza deste departamento no século XIX (veja os contras abaixo.) Comparando registros públicos com os papéis da família, mas também chegar a eles, na sua intimidade, Jean-Marie Wiscart foi capaz de estabelecer um quadro preciso da nobreza da Picardia. E às vezes apagar alguns equívocos. "Sim, eles vivem em castelos, mas por falta de dinheiro para mantê-los, alguns ocupam mais de duas ou três peças ", diz o historiador.

"Nós administramos um legado de valores"
Todas estas famílias, apenas cinquenta e um no Somme, que mantêm grande parte das terras ou florestas, no entanto, não são completamente sem dinheiro. Mas, especialmente desde a Grande Guerra de 1914-18, eles estão mais abertos à sociedade, preservando os valores da sua categoria. "Administramos um patrimônio de valores, análise de Gilles Poncins, um empreendedor no campo Bioenergia. Tento desenvolver atividades e criar emprego, é um desses valores. Como um nobre, somos herdeiros destas tradições, e temos mais responsabilidades do que outros, talvez. "

É, portanto, com um certo distanciamento que este herdeiro de uma família notou o casamento de um príncipe e uma plebéia. "Não é nada incomum ou chocante, e não é porque você fora desse ambiente que você faz parte não seus valores. começ "Esta é a opinião de Kevin história Devismes jovem estudante, apaixonado por genealogia, que criou recentemente a associação da nobreza de Ponthieu: 'C' é um ato de nobreza para casar com um plebeu por amor. Podemos mesmo falar do amor e da cavalaria. "

FABRICE JULIAN

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Crônica do momento



Ao fazer blague dos engarrafamentos de trânsito, cada vez maiores e insolúveis, o escritor Luis Fernando Veríssimo descreveu em sua última crônica o momento da economia brasileira, mesmo não sendo a sua intenção, melhor que o de muitas análises técnicas, entre elas a ata da reunião do Banco Central sobre a trajetória da inflação.


“É nisso que deu oito anos de governo Lula”, ele escreve, criando um diálogo entre dois motoristas no trânsito parado de uma cidade qualquer. “Este caos.” E foi em frente: “Todo mundo com carro, e todos os carros na rua ao mesmo tempo. Não tem mais hora de pique, agora é pique o dia inteiro”. Tem de haver um culpado, desconfia o motorista da ficção realista de Veríssimo. Quem seria?


A resposta ironiza os críticos desse novo cenário. “Foram criar a tal nova classe média e o resultado está aí: ninguém consegue mais se mexer. E não é só o trânsito. As lojas estão cheias. Há filas para comprar em toda parte. E vá tentar viajar de avião. Até para o exterior — tudo lotado. Um inferno. Será que não previram isso?”


A questão é toda essa: falta infraestrutura após três décadas sem obras de logística, geração de energia, redes de saneamento, saúde e educação. Mas o que os motoristas de Veríssimo constatam em meio ao cotidiano engarrafado é outra coisa: o emprego informal, o crédito ralo e a produção ociosa deixaram de ser mazelas, tornaram-se virtudes, sem que seu entorno tenha acompanhado essa evolução.


Dois períodos mais recentes se destacam nesta história ainda em construção. O primeiro, de resgate das finanças nacionais do limbo da insolvência virtual — tempos em que a seca periódica de dólares datava os ciclos de crescimento econômico, cada vez mais breves.


Dessa situação, resultado do esgotamento do crescimento acelerado da fase autoritária, o país começou a sair com a reforma monetária implantada em 1994 e aprofundada no governo de Fernando Henrique.


Assim foi até o primeiro governo Lula. E, embora inacabada, foram dos frutos dessa reforma, especialmente a relativa estabilidade da inflação e o fim da vulnerabilidade externa, que surgiu o segundo momento, do alívio social, com transferências fiscais de renda e aumentos reais do salário mínimo “nunca antes vistos neste país”.


A tanto se chegou graças também — ou sobretudo, dizem os críticos do lulismo — à excepcional bonança da economia global, com auge do início do milênio até a véspera da débâcle de Wall Street em 2008. Essa discussão é ociosa. Relevante é o próximo momento, o atual.


A miríade de tensões
Os anos de 1994 até pouco tempo atrás foram para os governos FH e Lula de limpeza dos passivos das contas nacionais e para começar a solver a dívida social. Ambos são processos que levarão décadas, e cumulativos ao passivo mais atrasado: o físico, da infraestrutura, o motivo de outro questionamento da crônica de Veríssimo.


“Será que ninguém se deu conta dos efeitos que uma distribuição de renda irresponsável teria sobre a população e a economia?”. Tal perplexidade tem resposta: é o PAC, sigla do programa nascido em 2007, de revitalização dos transportes, da geração de energia, do saneamento, da habitação popular. Só que os seus resultados são lentos. E se desenvolvem em paralelo com a transformação social, o que implica a miríade de tensões sintetizadas pela inflação.


Tempos de incertezas
Em alguma hora tudo isso iria aparecer com maior ou menor ênfase. É maior pelos choques de preços do petróleo e agrícola, resultados menos da fraqueza do dólar que da ascensão dos países emergentes, especialmente China e Índia, mercados de 2,5 bilhões de pessoas em busca de melhores dietas alimentares e mais bens de conforto.


A trajetória ascendente do Brasil, outro dos emergentes de ponta, tem de conviver, como todos os demais países, com as incertezas de um mundo em transição depois da grande crise, ir se adaptando onde for possível e tentando puxar a onda do que fizer melhor.


A mutação permanente
Trata-se de um exercício em permanente mutação, em que a resposta nunca é definitiva, mas variável conforme a prioridade da vez. No começo, solvência do Estado (FH). Depois, distensão social (Lula). Hoje, reformar e ampliar a infraestrutura (Dilma Rousseff). A arte é ponderar as ênfases, destacando a da vez não à custa das demais.


Crescimento movido a investimento, prioridade de Dilma, não exige a desmobilização do consumo impelido pelo emprego e crédito. Basta baixar seu ritmo. Ou a inflação restabelece o equilíbrio na marra. É o seu papel: servir de alerta antes que viver no Brasil se torne insuportável, a mensagem em tom sarcástico do texto de Veríssimo.


Sem condescendência
Já a crônica da reunião do Banco Central do último dia 20 não faz blague com a conjuntura da economia, mas fala sobre caminhos. O BC avisou que o ajuste da Selic será “suficientemente prolongado”. É o que os críticos do gradualismo contra a inflação queriam ouvir.


O BC diz que o balanço de risco “não evoluiu favoravelmente” para a inflação. Inseriu a projeção de um aumento do preço da gasolina, estimado em 2,2%, o que se soma, prosseguiu, aos choques de oferta “domésticos e externos”. Resumo: um juízo nada condescendente com a inflação, que acomoda a posição dos dois diretores que votaram pelo aumento da Selic para 12,25% com a decisão de elevá-la a 12%. Se não foi mais, será depois, se a desinflação tardar a despontar.Antônio Machado

Correlação de forças fará governo Dilma mais de esquerda do que foi o de Lula, diz Stédile







O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, disse hoje (28) que o governo da presidenta Dilma Rousseff será mais de esquerda do que foi o de Lula.

De acordo com o dirigente, a coalizão que apoia Dilma tem maior participação de setores populares, o que torna o momento mais favorável para os movimentos sociais alcançarem suas reivindicações.

“Durante o governo Lula, a correlação de forças para os movimentos era muito pior. No primeiro mandato quase derrubaram ele. No segundo, avançou um pouquinho mais, mas também foi muito difícil. O que estou dizendo é que a correlação de forças e o ambiente político na sociedade é mais favorável a termos mudanças agora do que na época do Lula”, afirmou, em palestra na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco.

Stédile citou a Força Sindical e a Igreja Universal do Reino de Deus como exemplos de movimentos que não apoiavam o governo de Lula e passaram a fazê-lo com Dilma. "Acho que essas forças populares agora no governo Dilma mais amplas. Apesar de ser um governo de composição, poderá dar um respaldo para ela fazer as mudanças estruturais que precisam ser feitas, se ela quiser cumprir o programa de superar a pobreza”.

Apesar de prever um governo federal mais à esquerda, o dirigente do MST reconheceu que o movimento sem terra tem se desmobilizado nos últimos anos.

"Quando as famílias percebem que não há força política no governo para fazer a reforma agrária, as expropriações são lentas, eles recuam. Por que eu vou acampar se o meu primo já está lá a quatro anos? Mas isso não significa que não haja uma base social latente que pode se mobilizar a qualquer momento”.

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OS PAIS DE OBAMA SOFRERAM INVESTIGAÇOES


FONTE: http://www.guardian.co.uk/world/richard-adams-blog/2011/apr/28/barack-obama-father-immigration-files/print


Embora a liberação de certidão de nascimento de Obama Barack foi a grande notícia do dia, não era o novo documento único sobre a vida de Obama publicou na quarta-feira. Um achado muito mais interessante de documentos também foi descoberto por Heather Smathers , um jornalista investigativo escrevendo no Independente Arizona, um jornal semanal.

Smathers fez um Freedom of Information Act pedido para o arquivo do serviço de imigração dos EUA sobre o pai de Obama , Barack Obama sênior - e contém um retrato perturbador de Obama sênior tratamento por universitários e funcionários do governo.

Já em 1961, um memorando no arquivo de notas de uma declaração de uma senhora McCabe, um conselheiro de estudantes estrangeiros na Universidade do Havaí:

Deputada afirma ainda que McCabe Assunto [sênior de Obama], foi correndo por aí com várias meninas desde que ele chegou pela primeira vez aqui e no verão passado, ela advertiu-lhe sobre seus caminhos playboy. Assunto respondeu que iria "tentar" ficar longe das meninas.

O memorando também considera sênior de Obama para o casamento Quênia anteriormente, e depois de constatar que "a poligamia não é uma carga excludente ou deportação", ele recomenda que "o assunto de perto questionado antes de uma outra extensão é concedida. - E da negação ser considerado"

Os documentos mostram que investigações oficiais, em 1961, estávamos convencidos de que o atual presidente realmente nasceu no Havaí, como Smathers relatórios :

Um memorando datado de 31 de agosto de 1961 de William Wood de Imigração e Naturalização Serviços indica que Barack Obama, Sr, estava freqüentando a Universidade do Havaí em um visto de estudante e que um filho, Barack Obama, II, nasceu em Honolulu em 4 de agosto 1961.

Olhando para os documentos - publicado online na íntegra pela Smathers - sênior de Obama é descrito dentro como "um caráter escorregadio", seus relacionamentos com várias mulheres são discutidas e estudadas, enquanto a questão do Obama sênior "problemas conjugais" são repetidamente levantadas - em um época em que o casamento interracial ainda era ilegal em muitas partes os EUA.

Nas notas, os oficiais da imigração de imprensa para obter mais detalhes sobre Obama sênior casamentos e relacionamentos, enquanto que em um memorando datado de 19 maio de 1964 um funcionário do serviço de imigração parece estar conspirando com a Universidade de Harvard para se livrar do aluno:

Obama passou seus exames gerais, o que indica que, por motivos académicos, ele tem o direito de ficar por aqui e escrever a sua tese, no entanto [em Harvard] vai tentar cozinhar alguma coisa para aliviar-lo .... Eles estão pensando em lhe dizer que eles não vão dar-lhe algum dinheiro, e que era melhor ele voltar para o Quênia e preparar a sua tese em casa.

Outra nota de imigração, a partir de junho de 1964, registra que os funcionários de Harvard estão tentando "se livrar dele" e "não conseguiam descobrir quantas esposas que teve."

O escritor Andrew Rice tenha lido os documentos e vê um tema:

O que eu acho que os documentos revelam, porém, é uma conspiração sutil, institucionalizou-se de uma forma parece mais insidioso que o racismo cruzadas queima aberta, porque quase nenhum de seus participantes com certeza pensou em suas ações como discriminatória a todos. Nesse sentido, o arquivo é um artefato instrutivo, não só da biografia do nosso presidente, mas da história de nossa nação de atitudes conflitantes sobre a raça, culturas estrangeiras, casamento e sexo.

Por mais difícil que seja de acreditar, hoje, parece claro a partir de uma leitura atenta do arquivo que o pai do presidente foi expulso do país por causa de sua vida pessoal confusa. E a leitura entre as linhas, não é difícil ver um subtexto da miscigenação.

Vale lembrar que as leis estaduais proibindo o casamento inter-racial em os EUA só foram derrubados pela Suprema Corte dos EUA em 1967, altura em que 17 estados tiveram "anti-miscigenação" leis - inclusive Maryland, Delaware, Oklahoma, Missouri e Virgínia.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

FLORES DE OSCAR ARARIPE

O BOM LADRÃO




(excerto)

Suponho finalmente que os ladrões de que falo não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza e vileza de sua fortuna condenou a este género de vida, porque a mesma sua miséria, ou escusa, ou alivia o seu pecado, como diz Salomão: Non grandis est culpa, cum quis furatus fuerit: juratur enim ut esurientem impleat animam. O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao Inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera (...) Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa: os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. - Os outros ladrões roubam um homem: estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco: estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados: estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: - Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos. - Ditosa Grécia, que tinha tal pregador!

Padre António Vieira - Sermão do Bom Ladrão, 1655

KATE ESTÁ NUM HOTEL PERTO DO PALÁCIO


Kate Middleton was settling down at a luxury hotel near Buckingham Palace this evening for her final night as a commoner after running through her wedding vows one last time. Miss Middleton is well aware that she will have the eyes of the world upon her when she walks down the aisle at…

Memória de Diana domina casamento real


Presença de Diana provocou inevitáveis ​​comparações com Kate, mas as mulheres têm diferentes personagens, diferentes origens e relações com os seus príncipes são mundos separados.

Desde o anel de noivado para o local do casamento, a princesa Diana vai estar presente em todos os aspectos do casamento do príncipe William com Kate Middleton na sexta-feira, assim como seu filho queria que ela fosse.

Mas, apesar do casamento fracassado de Diana com o príncipe Charles e sua morte trágica constituir um precedente assombrando para Kate, analistas dizem que a 29-year-old tem muito mais chances de felicidade do que Diana nunca fez.

Em meio a inevitáveis ​​comparações entre as duas mulheres, William tem insistido em que "ninguém está a tentar ocupar o lugar de minha mãe".

No entanto, suas ações têm garantido Diana é lembrado em todos os lugares Kate voltas.

Ele propôs com o diamante de sua mãe e um anel de safira, explicando depois que "essa era a minha maneira de mantê-la perto de tudo". Kate disse que era "muito, muito especial" e prometeu valorizá-lo.

Embora o casal decidiu não seguir seus pais e se casar em St Paul's Cathedral, a escolha da Abadia de Westminster é pesado com o simbolismo.

Foi na abadia que o William de 15 anos de idade e seu irmão Harry caminhou até o corredor atrás do caixão de sua mãe, morta em um acidente de carro em Paris em 1997, as cabeças abaixadas na miséria silenciosa.

O irmão de Diana, o conde Charles Spencer, ganhou as manchetes do dia com um discurso visto como crítico do tratamento da família real de sua irmã.

Na sexta-feira, ele irá sentar perto da frente da Abadia, embora por trás da família de Kate, e não William.

Na semana passada, William teria levaram Kate a colocar flores no túmulo de Diana, na propriedade de sua família, Althorp, em Northamptonshire, na Inglaterra central.

Harry, o melhor homem, disse recentemente que sua mãe vai estar em seus pensamentos sobre o grande dia.

"Eu, meu irmão e meu pai, haverá todos os tipos de pessoas eo resto da família que será, sem dúvida, a pensar nisso. E eu espero que ela seria muito, muito orgulhosos de que o grande dia chegou em cima dele , disse ele.

presença constante de Diana gerou comparações inevitáveis ​​com Kate, mas analistas dizem que as mulheres têm diferentes personagens, diferentes origens e principalmente, suas relações com os seus príncipes são mundos separados.

Kate será 29 quando ela se casa com William de 28 anos de idade e ela tem um diploma universitário e vários anos de trabalho por trás dela. Eles também têm uma relação de quase oito anos, e aparecem muito no amor.

Em contrapartida, Diana era um tímido e ingênuo de 20 anos de idade quando se casou com Charles. Como o herdeiro de 32 anos de idade para o trono, ele estava sob pressão para encontrar uma esposa e produzir um herdeiro. Eles namoraram por apenas alguns meses antes de amarrar o nó.

Enquanto o mundo já sabe, Charles também era apaixonado por outra pessoa, Camilla Parker-Bowles, com quem viria a ter um caso e, finalmente, se casar em 2005.

Diana também se casou com seu príncipe, em uma época diferente, quando muito se falou sobre a sua virgindade, um pré-requisito para a mulher se casar com o herdeiro real, mesmo em 1981, e quando ela ligou para seu noivo certo "senhor" até o dia do casamento.

Andrew Morton, o autor que lançou infelicidade Diana nua em "Diana: Her True Story" seu livro de 1992, disse que havia um abismo entre ela e Kate.

"A diferença é que Charles e Diana tiveram um namoro muito curto, por não atenderem que, muitas vezes, eles não se conhecem muito bem", disse a mídia.

"Desta vez eles têm sido cortejado por oito anos, eles viveram juntos, eles sabem de que lado da cama o outro dorme. Eles são muito parecidos com um velho casal, muito sinceramente."

Kate também é mais segura de si do que Diana estava, ajudado pelo apoio de sua família, ela está perto de sua mãe, Carole, e sua irmã Pippa é a sua dama de honra. Diana pais se divorciaram quando ela era amarga jovens.

Existem semelhanças, no entanto, pelo menos não da maneira como eles apelam para a mídia. Diana era perseguido por paparazzi desde o anúncio de seu noivado, enquanto Kate também teve que chamar os advogados para se proteger.

No entanto, embora Kate tem a qualidade da estrela, ela tem um longo caminho a percorrer para alcançar a adoração dirigida até agora na 'Princesa do Povo ".
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FATIMA, PORTUGAL

SAI BABA SEPULTADO COM HONRAS DE ESTADO


Seeking to put up a united front, trustees of the Sri Satya Sai Central Trust on Thursday asserted there was no difference of opinion among them and said the new chairman of the Trust would be elected very soon.

"Election of chairman may happen next week when the trustees and council of management will meet.There is no will of the Baba as far as we know nor did he have his successor in mind," the trustees said at their maiden press conference at the Satya Sai Indoor Stadium here this afternoon.

The trustees said there was no difference of opinion among them.

Speaking on behalf of the trustees and the council of management, former chairman of the confederation of indian industry Venu Srinivasan said, "The traditions that Baba established in various practices have been crystalised. The glorious traditions. We will follow in letter and spirit and maintain the same values.

O NOVO MARAJÁ DE JAIPUR


Um menino de 12 anos, foi coroada Marajá de Jaipur, tornando-se a cabeça do que foi outrora um dos mais glamuroso e rico da Índia famílias reais.

Em um salão de mármore, Kumar Singh Padmanabh foi abençoado por padres na cerimônia de coroação, antes que ele caminhou lentamente pelo palácio da cidade para receber uma guarda de honra militar.

Entre seu séquito de assessores vestidos de branco durante os rituais de quarta-feira foram dois portadores armados com vassouras voam e outro carregando uma sombrinha, decorados para proteger a cabeça do sol forte.

Como todos os títulos reais indianas, o Marajá de Jaipur já não é legalmente reconhecido após a independência da Grã-Bretanha em 1947 e as reformas do governo na década de 1970.

No entanto, muitas famílias reais ainda são venerados pelos habitantes locais em seus reinos anteriores, e eles também permanecem na posse de alguns de seus palácios, fortalezas, jóias e antiguidades.

avô Padmanabh Singh, polo-playing Bhawani Sawai Singh, foi saudado como "o Marajá de Jaipur passado", quando ele morreu há duas semanas, porque ele tinha chegado ao trono pouco antes de todos os privilégios reais foram varridos para fora.

MORRE A FILHA DE VINICIUS



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RIO - Filha do compositor Vinicius de Moraes, Luciana de Moraes, de 55 anos, foi encontrada morta, na manhã desta quinta-feira, após cair da janela do apartamento onde morava no terceiro andar, com a companheira e o afilhado, no Leblon, Zona Sul do Rio. Policiais Militares investigam a possibilidade de suicídio devido às informações passadas pelas empregadas de Luciana.

Segundo os PMs, a vítima apresenta ferimentos provocados por uma faca. Os bombeiros ainda foram chamados para prestar socorro, mas a filha de Vinicius já estava morta.

.A filha do poeta Vinícius de Moraes, Luciana de Moraes, de 55 anos, foi encontrada morta na manhã desta quinta (28) no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro. Segundo informações preliminares, ela teria caído do 3º andar do prédio onde mora, na Rua Visconde de Albuquerque. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 7h30, mas ao chegar no local encontrou Luciana morta. A Polícia Civil realiza perícia no local.
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Última fábrica de máquinas de escrever fecha as portas


Godrej & Boyce, da Índia, decide finalmente parar de produzir máquinas de escrever por falta de pedidos
iG São Paulo |
Usada nos anos 1980, a Olivetti Studio 46 era um sucesso devido ao seu design e teclas suaves
A Godrej & Boyce, de Bombaim e a última fabricante de máquinas de escrever da Índia, decidiu colocar um ponto final em uma história que resistiu por mais de um século, segundo publicou hoje o site do jornal português Público.

Na década de 90, quando as máquinas de escrever já deixaram de ser fabricadas no Ocidente, a Godrej & Boyce ainda conseguia vender cerca de 50 mil unidades por ano. No entanto, no ano passado, saíram da fábrica menos de 800 máquinas.

“No início dos anos 2000, os computadores passaram a dominar. Todos os fabricantes de máquinas de escrever de escritório pararam a produção, exceto nós”, afirmou o diretor executivo da empresa, Millind Dukle, ao jornal indiano Business Standard.

Eles resistiram até abril de 2011.

“Não estamos recebendo encomendas. Até 2009, costumávamos produzir 10 a 12 mil máquinas por ano”, disse Dukle. Na despedida, sobraram duas centenas de máquinas, que ainda se encontram em armazém, a maioria em árabe. “Esta pode ser a última oportunidade para os amantes da máquina de escrever”, afirmou o empresário


As máquinas vão passar definitivamente para os antiquários e museus, associadas a alguns dos escritores mais relevantes do século passado, como Faulkner, Hemingway, Burroughs, Kerouac. Este último, por exemplo, escreveu “On The Road” (Pé na Estrada) num único rolo de papel, para não ter que trocar as folhas da máquina e interromper a narrativa.

As histórias são muitas, os nomes reconhecíveis também – ainda hoje Cormac McCarthy escreve à máquina. Contudo, a história deste instrumento, que começou a ser desenvolvido no início do século XVIII, não se restringe a notáveis. Nos escritórios, as máquinas foram por muito tempo um equipamento indispensável.

A primeira máquina de escrever comercial foi fabricada em 1867 nos Estados Unidos. Nos anos 50, o equipamento transformou-se em um símbolo da independência na Índia.

A ULTIMA FOTO


"O VERDADEIRO AMOR NÃO TEM UM FINAL FELIZ, PORQUE O VERDADEIRO AMOR NUNCA ACABA" (SATYA SAI BABA)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

FLUP vai reunir poetas em maratona de 24 horas





Festival marca estréia de bisneta de Euclides da Cunha como escritora

Com a promessa de reunir poetas de várias regiões do estado, o Festival Fluminense de Poesia (FLUP) realiza a sua primeira edição no dia 29, sexta-feira, em Barra de São João, terra natal de Casimiro deAbreu, considerado o maior ícone da cultura fluminense.

Será uma maratona poética inédita de 24 horas com palestras, painéis, oficinas de leitura, recitais, concurso de poesia, show de MPB e um sarau previsto para terminar nas primeiras horas da manhã do dia seguinte.

Organizado pela editora Nitpress, com o apoio da prefeitura de Casimiro de Abreu e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio, o FLUP promoverá um encontro entre acadêmicos de diversas instituições literárias fluminenses e poetas independentes. Membros da Academia Fluminense de Letras, do Cenáculo Fluminense de História e Letras, das Academias de Letras de Niterói e São Gonçalo dividirão o palco na Praça das Primaveras e no Museu Casa de Casimiro de Abreu com grupos de declamações como o Corujão da Poesia, Um brinde à poesia e Uma noite na taverna.

Após uma homenagem com a deposição de flores no túmulo de Casimiro de Abreu, o festival será aberto, às 10h30m, com uma palestra da vice-presidente do Cenáculo Fluminense de História e Letras e presidente da Academia Niteroiense de Letras, Márcia Pessanha, sobre “A marcante presença fluminense na poesia brasileira”. À tarde, a pesquisadora da UFF Ana Paula Campos e o presidente da Academia Fluminense de Letras, Edmo Lutterbach, apresentarão, respectivamente,os painéis “Letras Fluminenses: a quixotesca aventura de um jornal literário” e “A poética euclidiana”. Em seguida, o poeta Mário Alves de Oliveira, considerado um dos maiores biógrafos de Casimiro na atualidade, fará a palestra “Casimiro de Abreu, ícone da cultura fluminense”.

Paralelamente, o Núcleo de Oficinas e Eventos da Superintendência da Leitura e do Conhecimento da Secretaria de Cultura do Estado promoverá as oficinas Poesia à luz do dia e A origem dos contos de fadas, com Stella Maris Mendonça e Cristina Galdino. A Liga Brasileira de Editoras (Libre), que também apóia o evento, estará presente com obras de suas editoras em uma feira de livros, também aberta à participação dos poetas e escritores independentes com suas publicações. Haverá, no final da tarde, uma sessão de lançamentos de livros. Figura de relevo na bucólica Barra de São João, onde nasceu, Casimiro de Abreu dividirá com Euclides da Cunha as atenções do FLUP. O lado poético de Euclides será explorado em um dos painéis. O palco dofestival receberá, como integrante de um dos vários grupos de poesia que irão se apresentar, a bisneta do próprio Euclides, Janaína daCunha, que vai estrear como escritora com o livro Entrega, a essência de uma mulher, a ser lançado pelo selo Nitpress. Concurso Previsto para as 18 horas, o concurso de poesia, assim como toda aprogramação do festival, será gratuito, premiando os melhores trabalhos com sua publicação, pela Nitpress, dentro da Antologia doFLUP. Em seguida haverá esquete teatral e um show de música popularbrasileira. A partir das 21h30m, o palco do festival será ocupado por poetas independentes e todos aqueles que quiserem declamar, com microfone aberto ao público, formando um sarau previsto para durar toda a noite. Várias cidades fluminenses, como Niterói, São Gonçalo, Rio de Janeiro e Cabo Frio, estão enviando caravanas de poetas. A prefeitura de Casimiro de Abreu disponibilizou albergues masculino e feminino apreço simbólico, estimulando mochileiros a participarem da festa.Aqueles, porém, que desejarem acomodações mais confortáveis, podem se hospedar em uma das quatro pousadas de Barra de São João: Pousada da Barra (22) 2771-3109 / (22) 2764-6469; Pousada Tropicana (22)2774-5059; Pousada Rio e Mar (22) 2774-0418; Hotel Encontro das Águas(22) 2774-5077.

Maiores informações: www.nitpress.com.br (21) 2618-2972 / 8102-3230 Assessoria de Imprensa Jornalista Vanderlei Borges Tel. 3899-7064 / 8145-9263

LEMBRANDO CHERNOBYL