sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Steve Jobs, budista

RIO - Adepto do budismo, a jornada espiritual de Steve Jobs influenciou seus passos profissionais: o foco na simplicidade tem sua origem nessa religião oriental. A relação do cofundador da Apple com o budismo começou em 1973, quando ele deixou a faculdade e foi para a Índia em busca de iluminação. Ele voltou à Califórnia convertido e, com o passar dos anos, se aproximou da doutrina zen, arraigada no Japão. Morto na última quarta-feira, ainda não há informações sobre seu funeral. Mas se for seguida a tradição budista, ele provavelmente será cremado, embora não haja restrições ao sepultamento do corpo.
Quando um budista morre, são feitas preces antes de levar o corpo para o crematório ou cemitério. Se possível, isso é feito ainda no necrotério ou no local da morte, explica a monja Sandra Degenszajn, da comunidade zen-budista Zendo Brasil.
Se houver velório, também são feitas preces pouco antes do sepultamento ou cremação. No caminho até o local onde o corpo ficará, Sutras são recitados e instrumentos, tocados. A leitura do Sutra, segundo o monge Marco Yasunaka, do templo Honta Hongwanji do Brasil, pode ser feita ou não por um monge.
No caso da cremação, as cinzas podem ser guardadas num templo ou em casa. Quando elas chegam ao local onde serão guardadas, novas preces são feitas. Além disso, durante um período de 49 dias, os budistas fazem orações uma vez por semana.
- Esses 49 dias são o tempo que a pessoa leva para completar o ciclo vida-morte, e oramos para que ela ascenda aos níveis superiores e esteja em paz e tranquilidade - explica a monja.

2 comentários:

Unknown disse...

Pensava que os budistas eram mais tranquilos.

Paz para o amigo!

Beijos

Mirze

ROGEL DE SOUZA SAMUEL disse...

certamente...