quinta-feira, 8 de maio de 2014

A BOA POESIA

A boa poesia









A boa poesia


Rogel Samuel

Estamos no Brasil, mas não conseguimos almoçar no Bar Brasil, tão cheio. Nenhuma mesa. Fomos ao Nova Capela, aonde não íamos desde os anos 70. O mundo não passou, nesses lugares centenários. Nós, sim. Não mais encontramos o Válter e outros mortos. Nem os poetas daquela época. A poesia que naquela época se publicava em papel mimeógrafo. Alguns faziam um verdadeiro livrinho no mimeógrafo. Mas a poesia era boa. Tinha o sabor de algo proibido e revolucionário. A poesia dos excluídos, marginais e malditos. A boa poesia.

2 comentários:

Josephina Carneiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
José Ribamar Mitoso disse...

Rogel, entre na página Entretenimento para Assassinos, aqui no facebook. Encontrarás a melhor geração de escritores que a Amazônia pariu. Subversivos na vida e na obra, pois ambas caminham na mesma direção.Plenos. Marginais. Duros, mas cientes... !